Lar Marista Ermesinde_Obra Educativa e Social a favor dos Direitos
LAR MARISTA DE ERMESINDE: UMA OBRA
EDUCATIVA E SOCIAL A FAVOR DOS DIREITOS
DOS MAIS DESFAVORECIDOS
Raimundo Castaño Calle
Profesor Titular / Área de Atención a la diversidad y educación inclusiva/ Facultad
de Educación/ Universidad Pontificia de Salamanca/ España
Fernando González Alonso
Profesor Titular/ Área de Didáctica General/ Facultad de Educación/ Universidad
Pontificia de Salamanca/ España
Resumo:
O Lar Marista de Ermesinde (LME) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Esta casa de acolhimento é dirigida, administrada e regida pelos
princípios cristãos da Congregação dos Irmãos Maristas. Adota os postulados educativos preconizados na Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948), particularmente os artigos 25º e 26º, na Declaração Universal
dos Direitos da Criança (1959), na Convenção sobre os Direitos da Criança
(1989) e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2008).
O Lar surge como uma resposta solidária às necessidades concretas da sociedade portuguesa. Assume o princípio fundamental da pedagogia que considera a criança ou o jovem como a/o protagonista da sua própria educação.
O Lar procura proporcionar-lhe os meios necessários e adequados para a sua
educação integral. Preferência às crianças e jovens mais necessitados, ou seja,
os excluídos da sociedade, os que não têm acesso à escolaridade, aos cuidados de saúde, a uma vida familiar equilibrada, à educação para os valores, …
Acolhe, em regime aberto, crianças e jovens de ambos os sexos, com idades
compreendidas entre os 6 e 18 anos, com alterações ou perturbações nas funções ou estruturas do corpo (deficiência física) e/ou grave atraso de desenvolvimento e/ou doença crónica1
, que estejam em situação de perigo de acordo
com a Lei de Proteção de Crianças e Jovens (Artigo 3º da Lei 147/99 de 1
de Setembro, com as alterações introduzidas pelas Lei n.º 142/2015 de 8 de
setembro) e com medida de promoção proteção de acolhimento residencial


Sobre el tema de los abusos sexuales a menores, el H. Beto destacó algunas actuaciones: el Programa de formación sobre políticas de protección que realiza la Pontificia Università Gregoriana de Roma (Italia) en el que han participado hasta la fecha 219 educadores maristas de varios países; la Fundación Marista para la Solidaridad Internacional (FMSI), que recurre a mecanismos e instituciones internacionales como la ONU (Ginebra) para presentar varios Informes sobre el tema y los Derechos Humanos (en 2018, se presentaron 8 Informes), para denunciar con valentía en foros públicos y tomar conciencia de los hechos; la Consulta Marista del Día de Debate General de Naciones Unidas (DGD 2018), donde los niños, niñas y adolescentes se presentan como Defensores de Derechos Humanos; los Tutores de Resiliencia para proyectos maristas en Líbano, España, Haití, Siria y Sudáfrica, entre otros.
El último tema relativo al cambio climático y el calentamiento global que afecta más a quienes menos tienen, donde las principales víctimas son los niños, los jóvenes, los pobres… presentó experiencias como la de Tabatinga (Brasil), que limita con Colombia y Perú, donde una nueva comunidad está presente para ayudar a las comunidades ribereñas e indígenas, cuyos hijos viven situaciones de marginación; Australian Marist Solidarity (AMS) es la agencia para el trabajo de ayuda y desarrollo de la Provincia Marista de Australia en toda Asia y las islas del Pacífico con proyectos de apoyo, de educación sostenida, etc.
on todo ello, explicó el H. Beto a los jóvenes universitarios de Santiago de Compostela y Salamanca, que se da respuesta en parte a los retos del XXII Capítulo General de los Hermanos Maristas atendiendo a las necesidades emergentes. Se percibió por la participación y el interés, el compromiso que los jóvenes están dispuestos a vivir.